domingo, 29 de janeiro de 2017

Resíduos de Proteínas Encontrados em Ferramentas de Pedra de Hominídeos

Os humanos modernos são datados tipicamente em 200.000 anos, de acordo com a linha do tempo evolucionista. Ferramentas de pedra encontradas na Jordânia de “espécies humanóides” mais antigas do que os humanos modernos ainda possuem restos de proteínas identificáveis de animais que os caçadores mataram, de acordo com um comunidado à imprensa da University of Victoria:

O quão inteligentes eram as espécies humanóides da Idade da Pedra? Uma nova pesquisa publicada no Journal of Archaeological Science por uma equipe liderada pelo paleontologista April Nowell da University of Victoria revela adaptações surpreendentemente sofisticadas pelos humanos antigos vivendo 250.000 anos atrás em um antigo oásis próximo a Azraq, Jordânia.”

“A equipe de pesquisadores da UVic e universidades parceiras nos EUA e na Jordânia (…) encontrou a evidência mais antiga de resíduo de proteína - os resíduos de proteínas de animais assassinados incluindo cavalos, rinocerontes, gado selvagem e patos - em ferramentas de pedra. A descoberta implica em conclusões surpreendentes acerca de como esses antigos humanos subsistiram em um habitat tão exigente, milhares de anos antes do Homo sapiens evoluir na África.”

Esse anúncio faz “surpreendentes” afirmações que deveriam questionar a validade das datas. O que estavam esses “surpreendentemente sofisticados” humanos antigos fazendo na Jordânia se os ancestrais dos humanos modernos estavam esperando para evoluir na África? Mais importante, como poderiam resíduos de proteínas permanecer em um “habitat exigente” por 250.000 anos? Não deveriam todos os traços de carne ter sido completamente eliminados por bactérias e pelo decaimento natural? As fotos do comunicado à imprensa mostram os trabalhadores escavando próximo à superfície.

O sumário do artigo no Journal of Archaeological Science diz que o achado “Expande o crescente corpo de dados sobre a capacidade de sobrevivência a longo termo de materiais biológicos.” O comunicado à imprensa indica quantas ferramentas foram testadas:

“A equipe escavou 10.000 ferramentas de pedra ao longo de anos no que hoje é um deserto no noroeste da Jordânia, mas que um dia foi um pantanal que se tornou um habitat progressivamente árido 250.000 anos atrás. A equipe examinou cuidadosamente 7.000 dessas ferramentas, incluindo raspadores, lâminas, pontas de projetis e machadinhas (popularmente conhecidas como “canivetes suíços” do período Paleolítico), com 44 candidatos selecionados subsequentemente para testes. Dessa amostra, 17 ferramentas forneceram testes positivos para resíduos de proteínas, i.e., sangue e outros produtos animais.”

Isso não significa que as milhares de outras ferramentas não possuíam resíduos. Isso apenas significa que das 44 que eles decidiram testar com imunoeletroforese, 17 delas (38%) ainda possuíam proteínas animais. Se as ferramentas tivessem sido deixadas em um pântano que secou (“um dos últimos refúgios úmidos no NE da Jordânia”), seria difícil de acreditar que restassem quaisquer traços de carne. Mas os pesquisadores parecem mais impressionados com a inteligência dos caçadores.

“Baseando-se em dados líticos, faunais, paleoambientais e de resíduos de proteínas, concluímos que os hominídeos do Pleistoceno Superior eram capazes de sobreviver em ambientes extremamente áridos apoiando-se em adaptações surpreendentemente humanoides, incluindo uma ampla base de subsistência, jogos de ferramentas modificadas e estratégias para evitar predadores e para proteção das carcassas.” 

Os tipos de planejamento e raciocínio evidenciados nas ferramentas “divergem significativamente do que deveríamos esperar dessas espécies extintas,” diz o artigo. Assim, se eles estão surpresos pela sabedoria inesperada dos antigos, por que deveriam os observadores neutros acreditar no que eles dizem acerca da idade das ferramentas? Por que deveriam os caçadores ser chamados de “hominídeos” ao invés de pessoas de talento?

Parece que os caçadores eram mais sábios do que seus ingênuos descendentes que não podem, por suas vidas, questionar as longas eras ensinadas pelos contadores de história darwinistas.

Traduzido por Rodrigo M. Pontes de “Proteins Resídue Found on Hominin Stone Tools”, Creation Evolution Headlines.

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